Premium "Se Portugal tivesse uma voz seria a de Amália"

No ano em que se assinalam os 20 anos da morte da fadista, um grupo de músicos de vários géneros vai mostrar como Amar Amália. Nesta noite, na Altice Arena, em Lisboa.

Neta de um português e de uma brasileira, Maria Emília nasceu em São Paulo há 27 anos e começou a ouvir fado em casa: "Descobri a dona Amália ainda muito menina, nos discos dos meus pais. A primeira memória que tenho dela é de ver um dos seus LP na sala, a capa tinha um fundo azul - Amália Fado - e pensei para mim: uau, que linda". O primeiro fado que cantou numa casa de fados, aos 12 anos, foi "do repertório da Diva", lembra: "Para a sensibilidade de uma criança, Os Caracóis faziam todo o sentido e quando ela o cantava sentia-me feliz!"

Não imaginaria nessa altura que um dia iria subir ao palco da Altice Arena, em Lisboa, para homenagear Amália Rodrigues. Mas é isso mesmo que vai acontecer hoje, a partir das 21.30. O espetáculo Amar Amália, promovido pela Vibes & Beats, junta um grupo de artistas muito diferentes para recordar a fadista, no ano em que passam duas décadas sobre a sua morte, ocorrida a 6 de outubro de 1999.

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