Exclusivo "Saí finalmente do armário enquanto artista"

Uma das metades dos Virgem Suta, o músico alentejano estreia-se agora em nome próprio com Vida a Dois, um álbum sobre o amor nas suas mais variadas formas.

Foi na aldeia de Cabeça Gorda, onde vive, no concelho de Beja, que Jorge Benvinda ultimou grande parte do álbum Vida a Dois, lançado nesta sexta-feira. A pequena freguesia serve até de cenário ao videoclip de Vira o Frango, um dos temas do disco de estreia do também músico dos Virgem Suta, o projeto que desde 2008 mantém com Nuno Figueiredo. Além dos Virgem Suta, Jorge Benvinda fez também parte do supergrupo Paião, que em 2018 recuperou a obra de Carlos Paião, e ainda do projeto infantil Canções de Roda, Lengalengas e Outras Que Tais, ao lado de gente como Sérgio Godinho, Ana Bacalhau ou Vitorino. Agora, porém, é tempo de pela primeira vez voar sozinho, demarcando-se desses projetos, que o tornaram numa cara (e voz) bastante conhecida do público, em especial nos Virgem Suta, entretanto também eles já a trabalhar num novo disco. Como explica nesta entrevista ao DN, esse "era um dos principais objetivos" de um trabalho "assumidamente pessoal", no qual se propôs "fazer uma reflexão" sobre a forma como sente e pensa o amor - em todas as suas variantes.

Depois do imenso sucesso dos Virgem Suta porquê um álbum a solo agora?
Foi um desafio a que me propus, ali mais ou menos por volta de 2018, quando fechámos os restaurantes e ainda bem que o fizemos.

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