Exclusivo Óscares à procura da cinefilia perdida

Na madrugada de domingo para segunda-feira, no Dolby Theatre de Los Angeles, serão entregues os prémios mais populares do mundo do cinema. Este ano, uma das novidades é a apresentação da cerimónia por três atrizes.

Quem vai ganhar o Óscar de melhor filme do ano? Este ano, a pergunta parece atrair mais palpites do que nunca. Será O Poder do Cão, satisfazendo o projeto de hegemonia da Netflix, não apenas no streaming, mas também no território tradicional de Hollywood? Poderá ser CODA, com muitas apostas de última hora, relançando o modelo de comédia dramática, desta vez centrado numa jovem que quer estudar canto, pertencendo a uma família cujos outros membros são surdos mudos? Ou será que, dois anos depois da consagração de Parasitas (Coreia do Sul), o já muito premiado Drive My Car (Japão), vencedor "antecipado" da categoria de melhor filme internacional, poderá arrebatar também o Óscar principal?

O Dolby Theatre de Los Angeles vai acolher a 94ª edição dos Óscares (emissão na RTP1 a partir da meia-noite) numa cerimónia marcada pela complexidade da atual conjuntura geopolítica. De uma maneira ou de outra, ninguém duvida que a guerra na Ucrânia vai marcar as mais diversas intervenções de apresentadores ou vencedores - a comediante Amy Schumer, uma das apresentadoras, chegou mesmo a sugerir que o Presidente Volodymyr Zelensky fosse convidado para uma intervenção via satélite (a sugestão foi recusada).

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