Os festivais estão de volta - e arrancam já daqui a um mês

De 21 de maio a 26 de junho, o Santa Casa Portugal ao Vivo chega aos palcos do Campo Pequeno, em Lisboa, e Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota, no Porto.

Um ano sem festivais - ou mesmo quase sem música de todo - deixou saudades e acendeu vontades de voltar a ver e ouvir bandas tocar ao vivo em cima de um palco. Mas agora que a nova fase de desconfinamento está prestes a arrancar, também esses momentos de alegria têm data marcada para regressar.

Daqui a cerca de um mês, arranca a segunda edição do Santa Casa Portugal ao Vivo, um balão de oxigénio para a cultura, que a pandemia e os confinamentos silenciaram, e um pequeno sinal de regresso à normalidade.

"De forma a dar continuidade à parceria entre a Everything is New e a PEV Entertainment e à semelhança da primeira edição, vão ser produzidos, em simultâneo, dez espetáculos em Lisboa, no Campo Pequeno, e dez espetáculos no Porto, no Super Bock Arena Pavilhão Rosa Mota, num total de 20 espetáculos, com início a 21 de maio e fim a 26 de junho", anunciou a organização, liderada por Álvaro Covões.

De António Zambujo aos D.A.M.A., de Carlão a Sam The Kid, de Clã a Anselmo Ralph, são duas dezenas de espetáculos de música com dez bandas e artistas a passarem por Lisboa e Porto, em cujos palcos vão ainda marcar presença os momentos de grande humor do incomparável Herman José e do Casal da Treta.

Sob a premissa Cultura para Todos e "com o objetivo da retoma e incentivo à Cultura em Portugal, nesta segunda edição, a Santa Casa volta a associar-se à iniciativa enquanto naming sponsor, reforçando o apelo à urgência de voltar a trazer a cultura ao dia a dia de todos os portugueses", dando forma à vontade de promover o reencontro entre o público e os artistas, com "o melhor da música e da comédia nacional" de volta aos palcos.

De modo a garantir a segurança de todos, cada espetáculo é organizado com base no cumprimento rigoroso das normas impostas pela Direção-Geral de Saúde (DGS), sendo obrigatório o uso de máscaras. Os espaços terão todos os lugares identificados, cumprindo o distanciamento obrigatório entre os espectadores que não façam parte do mesmo agregado, e para evitar filas e congestionamento todas as entradas e saídas terão circuitos próprios devidamente sinalizados, comprovando, neste regresso, o lema A Cultura É Segura.

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