Premium O outro lado da fama: estrelas da k-pop falam da depressão e da ansiedade

No palco há dança e sorrisos mas cada vez mais músicos de pop sul-coreana falam publicamente de cyberbullying, pressão extrema e solidão. As mortes de Sulli e de Jonghyyn são os casos mais graves.

Sulli era uma rebelde. No mundo da k-pop, as estrelas raramente falam da sua vida pessoal. Mas ela falou. E muito. A cantora que foi encontrada morta em sua casa na passada segunda-feira tinha 25 anos. Iniciou a carreira no mundo do entretenimento com apenas 11 anos e quatro anos depois tornou-se famosa como membro da banda f(x), uma das mais populares girl bands da Coreia do Sul e um dos primeiros grupos de k-pop a ser conhecido internacionalmente: em 2013 atuaram no festival South by Southwest (SXSW) em Austin.

Pouco depois, começou a queixar-se publicamente do sofrimento causado pelos "rumores falsos e maliciosos que se espalharam" sobre ela e em 2015 decidiu sair do grupo, enveredando por uma carreira a solo, como atriz, cantora e ainda apresentando um programa de televisão em que convidava várias celebridades para partilharem a sua experiência com cyberbullying.

Ler mais

Exclusivos