Novo livro de J.K. Rowling já chegou a Portugal. Leia aqui as primeiras páginas

É esta quinta-feira que o livro com o argumento de Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald assinado por J.K. Rowling chega a Portugal e em português.

Chega esta quinta-feira às livrarias o mais recente livro de J.K. Rowling, o argumento para o segundo filme da série Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald.

O argumento de que o DN pré-publica (leia e veja em baixo) as primeiras páginas e ilustrações faz parte do filme de fantasia que sucede à série Harry Potter e conta enquanto protagonista com o ator Eddye Redmayne. Além dele estão vários atores famosos, como é o caso Zoë Kravitz, Jude Law e Johnny Depp.

O argumento relata as peripécias de Newt Scamander e de Albus Dumbledore que lutam para evitar que o mágico Gellert Grindelwald crie mais problemas no mundo inventado por J.K. Rowling. O filme já está em exibição em Portugal e agora pode-se conhecer a história que inspirou este segundo episódio escrito pela própria autora.

A estreia aconteceu há menos de um mês em Paris e desde o dia 16 de novembro que está nas salas de todo o mundo.

Tudo se passa em 1927 no Congresso de Magia que se realiza nos Estados Unidos, quando o mago Gellert Grindelwald ia ser transferido para uma prisão de segurança máxima em Londres. Como não podia deixar de ser foge com a ajuda de um cúmplice. É aí que entra Redmaynne e os seus amigos americanos, bem como uma longa lista de personagens do universo de J.K. Rowling. Numa tentativa para travar os planos de Grindelwald, Albus Dumbledore convoca Newt, seu antigo aluno em Hogwarts, que aceita uma vez mais ajudar, desconhecendo os perigos que o esperam.

O argumento publicado em livro compreende o guião completo do filme Monstros Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald, apresentando um elenco de criaturas e personagens novas e outras já conhecidas do público.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Daniel Deusdado

Começar pelas portagens no centro nas cidades

É fácil falar a favor dos "pobres", difícil é mudar os nossos hábitos. Os cidadãos das grandes cidades têm na mão ferramentas simples para mudar este sistema, mas não as usam. Vejamos a seguinte conta: cada euro que um português coloca num transporte público vale por dois. Esse euro diminui o astronómico défice das empresas de transporte público. Esse mesmo euro fica em Portugal e não vai direto para a Arábia Saudita, Rússia ou outro produtor de petróleo - quase todos eles cleptodemocracias.