Como os Simpsons previram a reviravolta no último episódio da Guerra dos Tronos

Série de animação americana é famosa por prever vários eventos muitos antes de eles acontecerem. Voltou a fazê-lo.

A eleição de Donald Trump para presidente dos EUA, o escândalo de espionagem da NSA, a epidemia de ébola nos EUA, a crise financeira na Grécia ou a corrupção na FIFA. São muitos os acontecimentos que os Simpsons previram ao longo dos anos. E a série de animação americana voltou a acertar, desta vez na reviravolta que marcou o quinto e penúltimo episódio da Guerra dos Tronos.

Se ainda não viu o episódio, este é um bom momento para parar de ler. Vêm aí spoilers.

No episódio de 2017 chamado The Serfsons, em que Bart, Marge, Homer e companhia se encontram numa versão medieval de Springfield, inspirada na Guerra dos Tronos, há um momento em que as personagens estão numa colina a olhar para a sua cidade a ser destruída por um dragão que cospe fogo. "Olha, o dragão está a destruir a nossa cidade", grita Bart. Ao que Homer responde;: "Adoro a nossa cidade!"

A cena parece-lhe familiar? É porque é. No quinto episódio da oitava e última temporada da Guerra dos Tronos, Daenerys Targaryen confirma a muito falada teoria de que se ia transformar numa Rainha Louca e destrói Porto Real montada no seu dragão Drogon.

A previsão não surpreende os fãs dos Simpsons, habituados a que a série criada por Matt Groening antecipe os principais eventos mundiais dos últimos 30 anos. Em 2016, a revista Esquire questionava Al Jeran, um dos responsáveis pela série de animação sobre este fenómeno. Este atribuiu-o em parte igual à sorte e à capacidade para antecipar o que aí vem, sempre com sentido de humor.

"Normalmente há uma explicação lógica. No caso da eleição de Trump foi porque ele andava a falar de se candidatar às presidência em 2000. Por isso a ideia de que se apresentasse não era mera ficção", explicou Al Jean.

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