20 anos depois, as heranças que Amália deixou

A rainha do fado morreu a 6 de outubro de 1999, mas nos últimos 20 anos continuou a ser inspiração e a influenciar dezenas de artistas e uma nova geração de músicos e cantores.

Júlio Resende toca-a com piano; Yolanda Soares dá-lhe um estilo lírico; Simone de Oliveira, que privou com Amália, foi uma das que lhe presta homenagem no espetáculo "Amar Amália", na noite de sábado, na Altice Arena, Lisboa, assinalando 20 anos da sua morte, aos 79 anos.

Numa mensagem divulgada na página oficial da Presidência da República, Marcelo Rebelo de Sousa afirmou que, 20 anos depois do seu "desaparecimento físico", é notório que "a sua presença nunca foi tão unânime, enquanto personalidade humana e artística, enquanto intérprete, e mesmo enquanto símbolo nacional que efetivamente foi".

O Presidente da República lembrou que em 2020 se celebra o centenário do seu nascimento para considerar que "Amália não pertence apenas a um tempo e a um país situados no tempo, e mais ou menos extintos, mas continua a ser a voz de Portugal, no seu orgulho e brio, na sua mágoa e alegria, voz dos grandes poetas e voz do povo".

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