Vale de Alcântara vai mudar. Veja como vai ficar

Um dos trunfos da candidatura de Lisboa a Capital Verde Europeia 2020 são os espaços verdes, como o que está a nascer entre Campolide e o rio Tejo.

Um dos projetos estruturantes em Lisboa, no que à sustentabilidade diz respeito, é a requalificação do Vale de Alcântara, onde em 13 hectares ao longo de mais de três quilómetros a autarquia está a fazer uma revolução urbanística construindo, por exemplo, corredores pedonais e cicláveis.

Esta obra foi uma das destacadas pelo vereador Sá Fernandes durante uma visita à exposição Eco-Visionários: Arte, Arquitetura após o Antropoceno, patente no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, aproveitada pelo responsável na autarquia pelo Ambiente, Estrutura Verde, Clima e Energia para falar sobre as iniciativas que a câmara está a preparar para assinalar em 2020 o facto de ser a Capital Verde Europeia.

Uma obra que "tem tudo", afiança o autarca, referindo-se aos espaços verdes, à utilização da água reciclada para rega e às mais de 700 árvores que serão colocadas nesta área que ligará uma zona alta da cidade à frente ribeirinha de Alcântara.

A intervenção deverá estar concluída em 2020 e vai ligar Monsanto ao rio Tejo, com percursos que podem ser feitos a pé ou de bicicleta. Vai envolver o bairro da Liberdade e a Quinta da Bela Flor, a envolvente do Aqueduto das Águas Livres, a Estação Ferroviária de Campolide e a Avenida de Ceuta.

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