"Damn", já chegou o novo disco de Kendrick Lamar

Este é o muito aguardado quarto álbum do músico norte-americano.

Kendrick Lamar, um dos maiores nomes do panorama musical atual, acaba de lançar o seu novo álbum Damn, que conta com as participações dos U2, Rihanna, James Blake, Anna Wise, Zacari, entre outros. O disco estará a chegar às lojas e está também disponível desde a meia-noite nas plataformas de streaming Apple Music, Spotify e Tidal.

O quarto álbum de estúdio de Kendrick Lamar e sucessor do aclamado To Pimp a Butterfly (de 2015) tem 14 faixas, entre as quais o single já conhecido Humble. Mas não inclui a primeira música revelada este ano por Kendrick Lamar, The Heart Part 4.

A capa do disco é da autoria de Vladimir Sepetov, um designer com colaborações regulares com os rappers da editora TDE.

O músico norte-americano, oriundo de Compton, tem 29 anos e atuou no ano passado em Lisboa no festival Super Bock Super Rock. Este domingo, Lamar irá certamente apresentar algumas das canções ao vivo pela primeira vez no festival Coachella, na Califórnia, EUA.

Os nomes das músicas têm uma única palavra, como "sangue", "orgulho", "deus" ou "Duckworth" que é o apelido verdadeiro de Kendrick Lamar. Os U2 participam em Xxx e Rhiana é a convidada especial de Loyalty.

Este é o alinhamento:

1. Blood

2. Dna

3. Yah

4. Element

5. Feel

6. Loyalty

7. Pride

8. Humble

9. Lust

10. Love

11. Xxx

12. Fear

13. God

14. Duckworth

Exclusivos

Premium

Catarina Carvalho

O bom trabalho do José Mário Branco 

Foram três serões de espanto. Assisti à gravação do disco Sempre, de Katia Guerreiro, que foi produzido por José Mário Branco com a consultadoria da mulher, Manuela de Freitas. Foi há cerca de um ano. Assisti a tudo e o objetivo era descrevê-lo numa reportagem que havia de fazer capa de uma das novas edições do Diário de Notícias, nessa altura em preparação, em maio de 2018. Mas, na verdade, aquilo que tive foi uma experiência de vida, daquelas que constituem marcos de existência.

Premium

Marisa Matias

Baralhar e dar de novo

Na próxima semana irá finalmente a votos a Comissão Von der Leyen. Depois de propostas de nomes rejeitadas, depois de várias controvérsias associadas aos novos portfólios apresentados pela presidente eleita, finalizou-se o processo sem, contudo, eliminar a ameaça de conflitos de interesses ou mudar significativamente os portfólios. Nas contas finais, parece que tudo não passou de um jogo de equilíbrios partidários, muito longe dos interesses dos cidadãos.