Neste outubro rosa, a marca portuguesa Eugénio Campos Jewels criou a coleção Outubro Rosa de forma a ajudar a sensibilizar a sociedade para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do cancro da mama. Por cada peça vendida, a 44,90 euros, a Eugénio Campos vai doar cinco euros à Mama Help.."A coleção Outubro Rosa by Eugénio Campos Jewels é composta por duas joias: um colar e uma pulseira em prata de lei, banhadas a ouro rosa, com zircónias. O olho é um amuleto da sorte que transmite paz e energia positiva", diz o designer ao DN..Tratam-se de duas peças que já tinha desenhado, mas que, Eugénio Campos considerou enquadrarem-se na causa.."A minha maior inspiração é a valorização da mulher na sociedade e as minhas coleções são pensadas para mulheres fortes e com muita atitude. Os amuletos são mais do que uma tendência, estão relacionados com a sorte e as energias positivas encaixando-se na perfeição com o queremos transmitir nesta campanha", explica..Já na reta final, a campanha decorre apenas online. Mas ainda vai a tempo de adquirir uma das peças (ou ambas) e ajudar a Mama Help. "É uma associação sem fins lucrativos e um centro diversificado de recursos e aberto a toda a gente que disponibiliza a informação e ajuda necessárias em todas as fases da doença", realça Eugénio Campos.."Identifiquei-me de imediato com o impacto do trabalho da Mama Help na nossa sociedade e com todas as iniciativas que criam para que cada doente não se sinta desamparado num momento particularmente difícil", acrescenta.."A minha maior expectativa, que vai para além das vendas, é conseguir sensibilizar a sociedade para a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do Cancro da Mama. Pequenas mudanças no quotidiano podem fazer toda a diferença", realça o designer, cuja empresa já esteve ligada a outras causas no passado, com coleções destinadas a apoiar, por exemplo a Liga Portuguesa Contra o cancro, a Ronald MacDonald, ou o Hospital de São João no combate à Covid-19..A celebrar 35 anos de existência da empresa, Eugénio Campos lembra que "os dois anos da pandemia foram provavelmente os mais difíceis das últimas décadas", mas que "as joias passaram a ser mais valorizadas para marcar momentos especiais que ficaram ausentes durante esses dois anos".