PJ Militar concluiu recolha de dados sobre material desaparecido no navio Bérrio

Investigadores militares entraram a meio da manhã no reabastecedor onde foi detetado o desaparecimento de dispersores das agulhetas de incêndio.
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A PJ Militar (PJM) esteve esta quinta-feira a recolher depoimentos e provas no navio reabastecedor Bérrio, devido ao desaparecimento de 14 dispersores das agulhetas usadas no combate a incêndios, informou fonte oficial.

O porta-voz da Marinha, comandante Pereira da Fonseca, disse ao DN que os investigadores da PJM chegaram ao navio a meio da manhã e deixaram a base naval de Lisboa (Alfeite) a meio da tarde.

O oficial adiantou desconhecer quaisquer pormenores sobre que dados ou indícios terá recolhido a PJM sobre o sucedido.

Pereira da Fonseca precisou ainda que, ao contrário da informação inicial, o que efetivamente desapareceu de bordo foram dispersores das agulhetas e não estas peças colocadas na extremidade das mangueiras.

Questionado sobre de que material são feitos os dispersores, o porta-voz da Marinha indicou tratar-se de uma ligal de metal cujo valor comercial desconhecia.

Pereira da Fonseca disse ainda desconhecer a ocorrência de casos semelhantes a bordo daquele navio reabastecedor, que está a atingir o seu limite de vida e cuja substituição estáprevista para a próxima década.

O Bérrio foi construído em 1969 e entrou no ano seguinte ao serviço da Armada britânica, a quem Portugal o adquiriu para ser aumentado à frota da Marinha há 25 anos (março de 1993).

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