Apesar do juiz do Tribunal da Relação admitir que existem “imprecisões, contradições, omissões e inconsistências” nos testemunhos das seis alegadas vítimas e do arguido Carlos Silvino, isso não implica que os assistentes mentiram. A sentença afirma que as vítimas «revelaram grandes inibições e dificuldades em relatar os factos», pelo trauma que sofreram, e que “tentaram apagar da memória”, sendo por isso natural que os relatos e as descrições desses factos contenham essas imprecisões. .O deputado do PS esteve quatro meses preso, por suspeitas de pedofilia, chegou a ser constituído arguido mas não chegou a ser pronunciado nem a ir a julgamento. Para além deste processo, Paulo Pedroso intentou outro contra o Estado, pedindo 800 mil euros de indemnização por prisão ilegal.