Nove barras fechadas devido à forte agitação do mar
Segundo as autoridades marítimas locais de Caminha, Vila Praia de Âncora, Viana do Castelo, Esposende, Póvoa do Varzim, Vila do Conde, Douro, Aveiro e São Martinho do Porto, estas barras estão fechadas devido ao mau tempo, que está a provocar forte agitação marítima.
A barra de Leixões está fechada a embarcações de comprimento inferior a 35 metros, enquanto as restantes de Portugal continental e dos arquipélagos da Madeira e dos Açores se encontram abertas, sem quaisquer condicionamentos.
Por causa do mau tempo e forte agitação marítima, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) colocou toda a costa portuguesa sob aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro.
Os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro vão estar sob laranja (que representa uma situação meteorológica de risco moderado a elevado) por causa do estado do mar até às 23:59 de domingo.
A altura significativa das ondas na costa ocidental irá variar entre cinco e sete metros, podendo atingir alturas máximas entre oito e dez metros.
O IPMA colocou também o arquipélago da Madeira sob aviso amarelo, segundo menos grave de uma escala de quatro, por causa do estado do mar, com ondas de 4 e 5 metros, até às 18:00 de domingo.
Também o grupo Ocidental dos Açores (Flores e Corvo) vai estar sob aviso amarelo devido à agitação marítima até às 23:59 de hoje.
Os grupos Ocidental e Central dos Açores (Faial, Pico, Graciosa, São Jorge e Terceira) estão hoje sob aviso amarelo por causa do vento até às 13:00.
No continente, os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu e Castelo Branco estão com a condição de aviso amarelo devido à previsão de chuva, por vezes forte, com vento acentuado e queda de neve até domingo.
Santarém, Portalegre e Évora estão também sob aviso amarelo por causa do vento forte, bem como os distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Leiria, Coimbra, Lisboa, Setúbal, Beja e Faro até às 12:00 de sábado.
(corrige a fonte da informação citada no segundo parágrafo, que são as autoridades marítimas locais e não a Marinha)