De acordo com o documento, o ministério vai implementar estruturas de "organização interna por cada serviço e organismo da administração central do Estado, com uma redução total de 147 dirigentes (- 44%)"..A redução resulta da organização que está a ser feita a nível hospitalar e nos cuidados de saúde primários, com "a criação de centros hospitalar" e fusão de agrupamentos de centros de saúde "que levou à duplicação de serviços", explicou ao DN José Mendes Ribeiro, coordenador do grupo técnico para a reforma hospitalar..Está ainda previsto o lançamento de um programa de racionalização de ocupação do espaço, que passa pela apresentação de propostas para a "redução do número de edifícios ocupados em cerca de 21%" e melhor aproveitamento dos espaços que pertencem ao ministério e que estão desocupados..Não foi possível obter mais informação sobre as medidas, além do que está referido no balanço do Governo.