Madeira diz que dívidas da saúde são prioridade
"A situação tem trazido constrangimentos ao normal funcionamento do Serviço Regional de Saúde, mas os problemas não são exclusividade dos serviços de saúde e hospital da Madeira, porque existem outros no país que têm situações de estrangulamento e dificuldades na política de medicamento", disse o governante no período de respostas aos deputados madeirenses no debate setorial do Orçamento Regional, reagindo às críticas das faltas de material no hospital do Funchal.
Questionado sobre a aplicação de taxas moderadoras na região, Jardim Ramos, apontou que, neste momento, estas abrangem apenas os turistas, mas admitiu: "Se houver alargamento de taxas moderadoras para a população residente será apenas o resultado da imposição do Governo da República".
Quanto às obras previstas na unidade hospitalar dr. Nélio Mendonça, Jardim Ramos disse estar "convicto que vão dar melhores respostas e ultrapassar os constrangimentos dos serviços".

