Governo são-tomense e a União das Mutualidades Portuguesas assinam protocolo

O Ministério do Emprego e dos Assuntos Sociais são-tomense e a União das Mutualidades Portuguesas (UMP) assinaram hoje um protocolo de acordo que visa reduzir a vulnerabilidade e a dependência dos cidadãos carenciados do país.
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O protocolo foi assinado pelo ministro do Emprego e Assuntos Sociais, Emílio Lima, e pelo presidente da UMP, Luís Alberto Silva.

Segundo o governante são-tomense, o acordo é o ponto de partida para uma dinâmica de cooperação que terá como destinatários os são-tomenses mais vulneráveis, fornecendo-lhes ferramentas para uma maior autossustentabilidade.

"Vamos, com o apoio, o 'know-how' e a experiência da UMP, reforçar as nossas capacidades, quer institucionais, quer pessoais, para que possamos ajudar os são-tomenses na sua inclusão, a ter ocupação, a sair da dependência", disse Emílio Lima.

Uma visão de economia social em que os cidadãos abrangidos serão participantes e não apenas beneficiários e as áreas em vista são a saúde, a segurança social, a agricultura, as pescas e formação.

"São Tomé e Príncipe é um país bastante jovem e cerca de 65% de população é jovem e essa população tem muitas expectativas e queremos ajudá-la para que possam ter condições para enfrentar o desafio do desenvolvimento", sublinhou o governante são-tomense.

A União das Mutualidades Portuguesas tem um histórico multissecular e representa hoje mais de dois milhões de cidadãos junto de entidades públicas e privadas.

"À UMP compete promover e difundir o mutualismo e os seus valores e posicionar-se como força de referência do setor social e solidário", disse Luís Alberto Silva.

O presidente da União das Mutualidades Portuguesas encontrou-se com vários responsáveis políticos são-tomense, designadamente o presidente da Assembleia Nacional (parlamento), José da Graça Diogo.

Tendo em conta a transversalidade das ações que a UMP cobre, Luís Alberto Silva tenciona assinar idênticos protocolos com outros ministérios.

"Acreditamos e lutamos pela construção de uma sociedade maus justa e solidária, assente na melhoria da qualidade de vida dos cidadãos e nos princípios da solidariedade, liberdade, democraticidade, corresponsabilidade e entre ajuda", explicou o responsável da UMP.

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