O primeiro-ministro considera que em 2024 vai haver um aumento do rendimento das famílias, destacando as subidas do salário mínimo, das pensões, de um conjunto de prestações sociais e a descida do IRS.."Em 2024, o rendimento das famílias vai continuar a melhorar", escreve António Costa em mensagens que publicou este domingo, véspera de Ano Novo, na sua conta na rede social X (antigo Twitter).."O salário mínimo nacional aumenta para 820 euros, o maior aumento de sempre; as pensões são atualizadas entre 5% e 6%, acima da inflação; e a diminuição do IRS continua e abrange todos os rendimentos", sustenta o líder do executivo..Na sua mensagem, o primeiro-ministro, que se demitiu deste cargo no passado dia 07 de novembro, aponta também que o seu Governo, que se encontra em gestão, antecipou "em dois anos o aumento do complemento solidário para idosos "para que todos os pensionistas tenham o seu rendimento acima do limiar de pobreza".."O abono de família tem um aumento de 22 euros por mês e o valor de referência da garantia para a infância passa para 122 euros por mês", refere..Também segundo António Costa, o IRS Jovem "é reforçado, passando a ser 0% no primeiro ano de trabalho".."Os estudantes até 23 anos passam a ter o passe gratuito. É criado o prémio salarial de 697 euros ou 1.500 euros para os primeiros anos de trabalho de licenciados e mestres", assinala ainda o líder do executivo..Já no sábado, o primeiro-ministro demissionário, António Costa, tinha-se despedido de "um ciclo" que serviu com "alma e coração" durante oito anos..Numa mensagem publicada nas redes sociais, acompanhada por um vídeo, o ainda chefe de Governo agradeceu também "aos portugueses pela confiança depositada e pela oportunidade de liderar o país em momentos tão exigentes e desafiantes".."Confio, continuo a confiar, na capacidade dos portugueses e no futuro do nosso país. Votos de feliz e próspero 2024", concluiu o primeiro-ministro..Em janeiro, António Costa vai deixar de ser, formalmente, secretário-geral do PS, sucedendo-lhe Pedro Nuno Santos. E, em após as eleições legislativas de março, encerrar-se-á um ciclo governativo de oito anos.