Bruxelas. Portugal não tem margem para orçamento expansionista

Para a Comissão Europeia, país não tem margem para orçamento que aumente despesa e reduza receita. É o primeiro recado ao novo Governo
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Com uma dívida de 130% do Produto Interno Bruto (PIB) que precisa de ser reduzida para 60% em 2030 e com sinais de que o défice estrutural (expurgado do efeito do ciclo económico) está a aumentar em vez de cair, como manda o novo pacto europeu, a Comissão Europeia diz que Portugal é dos poucos países que em 2016 tem um "conflito" entre "sustentabilidade e estabilização" das contas públicas.

Nessa medida, diz Bruxelas num novo estudo, o país não possui margem para políticas públicas expansionistas, no que pode ser entendido como um primeiro recado ao Governo PS, que está a elaborar o Orçamento do Estado do ano que vem assente num "conjunto alargado de medidas que visam aumentar o rendimento disponível das famílias".

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