Um espectáculo de bastidores na verdadeira acepção do termo: do que é íntimo, do que nunca é mostrado, de tudo o que está por detrás e não queremos que seja visto, do que é peculiar, das dinâmicas de funcionamento, do que causa embaraço, do que nos faz sentir, às vezes, menos gente. A vida dos actores – o que quer que isso seja – posta em perspectiva. O que há de (in)comum?.Se é verdade que as vivências do actor são sempre uma das suas grandes ferramentas de trabalho, neste caso, o mais certo é que o tomem de assalto. Este será um espectáculo em que realidade e ficção, mais do que se confundirem, complementam-se, inevitavelmente. Estes somos nós. E é de nós que o teatro se faz..Rui M. Silva (encenador)