Premium A música confunde-se com a história de Viena

Capital hoje de uma pequena Áustria, chegou a ser sede de impérios. Não admira que as artes nela sempre tenham brilhado e nomes como Mozart, Haydn, Beethoven ou Strauss fazem parte da mística da cidade.

Quando pensamos em Vie­na não imaginamos nem a cidade multinacio­nal de hoje, com quase dois milhões de habitantes e capital da Áustria, mas também sede de tantas agências da ONU, nem a Vindobona fundada pelos romanos há dois mil anos na margem do Danúbio. Pensamos talvez na cosmopolita capital do Império Austro-Húngaro na passagem do século XIX para o XX, a cidade do mais jovem dos Johann Strauss, de Gustav Klimt, de Egon Schiele, de Stefan Zweig e também de Sigmund Freud.

Sob a tutela benigna de um envelhecido Francisco José (imperador que reinou de 1848 a 1916), a pujança cultural de Viena tinha sido exponenciada depois de os judeus terem conquistado cidadania plena embora, pessimista, o jornalista Theodor Herzl pensasse antes num novo Israel quando idealizou o seu O Estado Judaico, publicado em 1896 e escrito em alemão, a língua da cidade, ainda hoje a segunda mais populosa entre todas as que falam esse idioma, depois de Berlim.

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