Exclusivo "O CDS está em crise porque lhe faltam bandeiras que o liguem às pessoas"

Carlos Guimarães Pinto, ex-líder do Iniciativa Liberal e criador do movimento +Liberdade, conta o que o levou a criar projeto de literacia económica e financeira e porque defende o liberalismo.

Isto podia ter sido um drunch com (é mesmo assim, com "d"). Não fosse o coronavírus ter trocado as voltas ao mundo inteiro e nestas linhas podia estar a ler sobre as maravilhas do The Wearhouse, hotel junto ao aeroporto do Dubai onde se servem faustosos brunches acompanhados de bebidas (inclusive alcoólicas) ilimitadas e às 16.00 abre a pista para dançar até cair e estar de volta a casa a tempo de deitar os miúdos. É uma tradição às sextas-feiras entre os portugueses que se fixaram naquele emirado árabe e seria poiso certo de Carlos Guimarães Pinto, não fosse a pandemia ter primeiro adiado e depois inviabilizado o seu regresso ao país onde viveu até 2015, para onde se mudou acabado de sair da Faculdade de Economia da Universidade do Porto e trabalhou como consultor do mercado financeiro para empresas em mais de 20 países.

"Estava de malas feitas para seguir para Madrid, Londres e depois Dubai", conta o ex-presidente da Iniciativa Liberal e que nesta semana lançou o +Liberdade, instituto sem fins lucrativos para promover "a democracia, a economia de mercado e a liberdade individual" - onde conta também com nomes como o empresário Carlos Moreira da Silva, presidente do Conselho de Curadores, e Adolfo Mesquita Nunes, antigo secretário de Estado do Turismo, como presidente da mesa da assembleia geral.

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