Maioria parlamentar concorda, mas a ciência cria dúvidas. Porquê três novas vacinas?
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Maioria parlamentar concorda, mas a ciência cria dúvidas. Porquê três novas vacinas?

Há anos que as três vacinas são recomendadas pelos pediatras, mas não são comparticipadas pelo Estado. O PCP propôs que tal mudasse, embora a Direção-Geral de Saúde não esteja certa desta aposta. Nem alguns especialistas.

A ideia foi proposta pelo PCP e acabou aprovada para o Orçamento de Estado de 2019: a introdução de três novas vacinas no Programa Nacional de Vacinação - a do HPV para rapazes, a da meningite B e do rotavírus. Mas a discussão está longe do fim. O debate está a ser feito entre a política (na sua maioria fã da ideia) e a ciência (que cria barreiras à mesma). A primeira preconizada pelos partidos com assento parlamentar e a segunda pela Direção-Geral de Saúde (DGS).

Depois de muito debate e polémica em torno da proposta, grande parte dos partidos votaram a favor, mas a ideia passou com o voto contra do PS e a abstenção do CDS. A discussão, contudo, não é nova. A Sociedade Portuguesa de Pediatria elabora todos os anos um documento onde recomenda determinadas vacinas que não se encontram incluídas no plano nacional de saúde, entre elas estas três.

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