Morreu uma das mais raras tartarugas. Só restam três

Da espécie Tangtze, este animal tinha cerca de 90 anos. Algumas horas antes de morrer tinha sido inseminada artificialmente.

Morreu a última tartaruga fêmea conhecida da espécie Yangtze. Esta tartaruga gigante era uma das quatro que estão registadas e vivia no Jardim Zoológico de Suzhou (Sul da China). Também conhecida como Rafetus Swinhoei, esta espécie de carapaça mole está em risco de extinção devido à caça, pesca e à destruição do seu habitat.

De acordo com a BBC os veterinários do jardim zoológico acompanhados por outros especialistas tentaram inseminar artificialmente a tartaruga, que tinham mais de 90 anos, cerca de 24 horas antes de esta morrer. A CNN acrescenta que não houve complicações durante esse processo e que agora só a autópsia irá determinar a causa da morte.

Atualmente existe um macho desta espécie em cativeiro - a viver no mesmo jardim zoológico - e duas outras tartarugas no Vietname, mas o seu género não é conhecido.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os aspirantes a populistas

O medo do populismo é tão grande que, hoje em dia, qualquer frase, ato ou omissão rapidamente são associados a este bicho-papão. E é, de facto, um bicho-papão, mas nem tudo ou todos aqueles a quem chamamos de populistas o são de facto. Pelo menos, na verdadeira aceção da palavra. Na semana em que celebramos 45 anos de democracia em Portugal, talvez seja importante separarmos o trigo do joio. E percebermos que há políticos com quem podemos concordar mais ou menos e outros que não passam de reles cópias dos principais populistas mundiais, que, num fenómeno de mimetismo - e de muito oportunismo -, procuram ocupar um espaço que acreditam estar vago entre o eleitorado português.