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Poesia. O lado B da atriz Sónia Balacó

Anda sempre acompanhada de um caderno e uma caneta não vá um pensamento ou uma ideia se perder. E não são raras as vezes que pára no meio da rua para escrevinhar. Poesia, sobretudo. Este é o lado B da atriz e modelo Sónia Balacó. A poesia que tanto gosta e a que a acompanha desde que se lembra. "Não sei o que é viver sem escrever poesia. Era uma miúda estranha muito solitária, não me dava com os outros miúdos, e a escrita surgiu desse espaço de solidão e aborrecimento", conta ao DN. Era aí nesse espaço de aborrecimento que inventava e escrevia histórias, peças de teatro e, claro, a poesia, pela necessidade de fotografar com palavras "a descoberta de um lugar novo na minha cabeça". Não gosta de seguir temáticas pré-definidas, prefere a liberdade absoluta da página em branco e na possibilidade de experimentação. "Acredito que o poema vem antes da palavra, é um encontro que existe com algo invisível, e a poesia é a tentativa de captar esse momento", explica a atriz que é rosto frequente em editoriais de moda, na televisão e no cinema - recentemente participou em Variações (2019) de João Maia e Ordem Mural (2020) de Mário Barroso. Sobre autores preferidos há um rol, mas Fernando Pessoa é o primeiro que refere.

Graça Lobo

"Os lares são todos muito maus. Encontrei pobreza que não imaginava"

Nasceu há 80 anos num palacete em Vialonga, tem passado os últimos em lares, "numa tournée", ironiza, com horários completamente desfasados do teatro. Fala destes tempos, de uma pobreza que não imaginava, mas também dos tempos do glamour. Tão intensos como as suas paixões. Este texto foi publicado a 4 de agosto de 2019 e faz parte de uma seleção de entrevistas, realizadas pelo DN durante o último ano, para voltar a ler neste verão.

Cultura

Teatro Nacional São João agradece aos profissionais de saúde

Este sábado é o último dia de exibição da peça Castro, num regresso do Teatro Nacional São João aos palcos exclusivo e gratuito para os profissionais de saúde, profissionais da proteção civil e público detentor do Cartão Amigo do TNSJ.. Os atores Afonso Santos e Joana Carvalho e o encenador Nuno Cardoso falam ao DN como é fazer e viver do teatro nesta era de ​​​​​​​covid-19.