Entre as candidatas e eleitas há um claro predomínio das professoras (ensino básico e secundário) e também das funcionárias públicas (quadros administrativos e técnicos). Entre os homens as profissões científicas, técnicas e jurídicas são as mais preponderantes. As mulheres com profissões no sector público do Estado parecem em melhor condições para participar na política do que as que trabalham no sector privado.