Liberdade de expressão

Nuno Artur Silva

Inimigos privados e públicos

Encontrámo-nos na rua, ficámos frente a frente. Ele olhou para mim e eu olhei para ele e reconheci-o, mas não sabia donde. A cara era familiar, mas assim de repente não consegui situá-lo. Como ele ficou parado a olhar para mim como se me conhecesse bem, cumprimentei-o simpaticamente: "Estás bom? Tudo bem contigo?" Estendi-lhe a mão, ele estendeu a mão. Despedi-me com um: "Prazer em ver-te. Até à próxima." E seguimos cada um para seu lado.