democracia

Opinião

Quem nos salva de nós próprios?

O debate dos últimos dias sobre o futuro dos órgãos de comunicação social tem um pecado original: nunca, em momento algum, se fez uma verdadeira introspeção sobre as responsabilidades que jornalistas, direções, administradores e acionistas têm no estado a que chegou este setor. Pede-se ao Governo medidas de apoio, à União Europeia que imponha regras, aos anunciantes que invistam mais. Definem-se inimigos como o Google, o Facebook ou as empresas de clipping, mendiga-se aos leitores, ouvintes e telespectadores que valorizem o produto jornalístico e que o paguem, mas nunca se olha para dentro do setor. Nunca se identificam os erros que nós próprios cometemos e que só nós, como um todo, podemos corrigir.

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Hackers mais letais do mundo tentam interferir nas eleições europeias

Microsoft revela que nos últimos meses várias organizações têm sido alvo de ataques informáticos. Portugal não esteve até agora na mira dos criminosos. Os últimos anos provaram o verdadeiro poder que a tecnologia tem - a ponto de ter sido usada para influenciar o resultado das presidenciais norte-americanas ou a votação sobre o Brexit. Agora são as eleições europeias que estão na mira dos piratas informáticos. Quem o diz é a Microsoft, que nos últimos meses detetou vários ataques a chamadas instituições democráticas na Europa - e que vão muito além de organismos oficiais e partidos, incluindo também think tanks e [...]