crónica

Opinião

Quando fazemos uma tempestade num copo de água

Hoje trago-vos dois conceitos-chave da psicologia cognitiva e uma estratégia de resolução. Vejamos o primeiro conceito. Aquilo que pensamos influencia o que sentimos e o que fazemos. Ora vejamos um exemplo prático. Imaginemos que estamos em casa, sozinhos, e ouvimos um barulho. Se pensarmos que «é um ladrão!», muito provavelmente serão activadas emoções negativas (por exemplo, medo) e intensas e, por sua vez, também com elevada probabilidade, tendemos a reagir com um comportamento coerente com essas mesmas emoções (por exemplo, fugir, gritar, chamar a polícia). Voltemos agora ao início deste exemplo.

Germano Almeida

A ilha e os forasteiros – é praga mesmo

Ao longo do ano os nossos dias são não só tranquilos como previsíveis. Desde manhã cedo até à noite a gente sabe que pessoas vai encontrar durante o dia e em que lugares, a que horas pode dirigir-se à mercearia tal para adquirir queijo fresco, se está interessado em comer torresmos sabe que é ao meio-dia de cada terça-feira que o Brandão os recebe, no que se refere às verduras a Verónica do mercado da rua de Lisboa garante-as às segundas, quartas e sextas...

crónica

A França tem tudo, mas a Croácia tem Modric

O Mundial decide-se entre um favorito, a França, e uma seleção que soube esconder as suas principais armas, a Croácia, no Luzhniki, o velho estádio Lenine, um recinto de referência da antiga URSS e agora um orgulho futurista do autoritário regime de Vladmir Putin. O torneio termina sem incidentes, sem a menor notícia sobre violência, com o duro controlo de que tanto gosta o presidente russo e os dirigentes da FIFA. Também termina o futebol, sem outra grande notícia além da explosão de Mbappé como nova figura planetária. Foi um Mundial dominado pelas bolas paradas - 46% dos golos surgiram de cantos, faltas ou penáltis - e pelas duas equipas mais cumpridoras, França e Croácia.

Morocco Desert Challenge

Crónica 9 - O que é português é bom

Campeão Nacional de Todo-o-Terreno em 2016, depois de vários anos a lutar por esse objetivo, o piloto de Portalegre Nuno Matos está apostado em alargar os seus horizontes desportivos já a partir deste ano de 2017. Se em 2010 o piloto partiu para uma aventura internacional que culminou com a conquista da Taça FIA de Bajas T2 a aposta agora chama-se África e Morocco Desert Challenge. Um enorme desafio que Nuno Matos irá fazer aos comandos do seu Opel Mokka Proto tendo a seu lado um outro campeão, Nuno Rodrigues da Silva.