África

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Mata-se na igreja de Fátima, Bangui

Paróquia de Nossa Senhora de Fátima, em Bangui, capital da República Centro-Africana. Há missa e a igreja está cheia. Neste 1 de maio de 2018 são centenas os fiéis que escutam o padre Albert Toungoumale-Baba. De repente, tiros de metralhadora e granadas. Ao todo, 25 mortos, incluindo o sacerdote. Os atacantes pertencem a um dos grupos saídos do movimento Seleka, constituído por muçulmanos e que se notabilizou em 2013 por derrubar o presidente e lançar uma onda de violência contra os cristãos, 80% dos quase cinco milhões de centro-africanos.

São Tomé e Príncipe

Trovoada diz que apuramento dos votos decorreu sob "pressão jamais vista"

Os juízes do Tribunal Constitucional, disse o primeiro-ministro são-tomense à Lusa, esta sexta-feira, "estavam a trabalhar debaixo de ameaças e insultos, pneus que estavam lá prontos a serem incendiados, caixotes de lixo, grupos organizados de delinquentes, e com uma grande promiscuidade, com a presença de líderes políticos da oposição"