Revista de imprensa. O médico que só atendia no público quem pagava no privado e os quatro anos de guerra
Foto: Leonardo Negrão

Revista de imprensa. O médico que só atendia no público quem pagava no privado e os quatro anos de guerra

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 24 de fevereiro.
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Faz hoje, 24 de fevereiro, terça-feira, quatro anos que a guerra começou na Ucrânia. Uma data assinalada na imprensa, com reportagens, análises e opiniões. No Público, o tema é o grande destaque de primeira página. "Ucrânia resiste a ataques russos e à pressão de Trump", lê-se. "Criança visita pai em cemitério onde não cabem mais mortos", escreve o Correio da Manhã. "A operação russa de quatro dias leva quatro anos e sem fim à vista", diz o Diário de Notícias.

“No inverno as árvores não têm folhas, é mais difícil escondermo-nos dos drones”: o “safari humano" de Kherson, após quatro anos de guerra. É o título do Expresso para a reportagem que assinala o aniversário do conflito.

No Jornal de Notícias, o destaque vai para um oftalmologista que fura lista de espera do SNS com 1600 doentes do privado. Trata-se da história de um médico vai ser julgado por abuso de poder por, entre 2020 e 2024, ter feito com que mais de 1600 utentes a quem deu consultas em clínicas privadas furassem a longa fila de espera do serviço de oftalmologia do Hospital Sousa Martins, na Guarda.

"Chineses fazem fortuna com negócio em Portugal", escreve o Correio da Manhã, que fala do grupo Fosun, que ganhará quatro vezes mais do que pagou pela Fidelidade. "Seguradora comprada pela Fosun em 2014 por mil milhões pode valer 4,9 mil milhões de euros", diz.

No DN lê-se ainda que a DGS quer reavaliar modelo de centros de referência em Cardiologia para garantir melhor tratamento aos doentes.

Revista de imprensa. O médico que só atendia no público quem pagava no privado e os quatro anos de guerra
Leia aqui o DN desta terça-feira, 24 de fevereiro

O Negócios diz que Portugal arrisca ser dos mais castigados por Trump na UE e que o peso da defesa nas bolsas europeias quase triplicou em quatro anos de guerra na Ucrânia.

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