Revista de imprensa. Lesados dos incêndios ainda aguardam apoios e as chamadas indevidas para o 112
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Revista de imprensa. Lesados dos incêndios ainda aguardam apoios e as chamadas indevidas para o 112

Leia os destaques da imprensa desta terça-feira, 10 de fevereiro.
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Um doa depois de o Presidente eleito, Anrónio José Seguro, se ter encontrado com o Presidente cessante, Marcelo Rebelo de Sousa, o Público escreve que o Governo está confiante na relacão com o novo chefe de Estado. Segundo este jornal, a "afinidade sociocultural" entre o novo Presidente e o primeiro-ministro é encarada como vantagem.

O Jornal de Notícias destaca que três em quatro chamadas feitas para o número de emergência são indevidas: há quem ligue para o 112 a pedir pizzas, a chamar um taxi ou por falta de saldo no telemóvel.

No Correio da Manhã lê-se que auditoria do Tribunal de Contas arrasa gestão da idD Portugal Defence, empresa de que Marco Capitão Ferreira, ex-secretário de Estado, foi presidente, considerando que houve contratos feitos "sem suporte legal".

O Expresso avança que mais de metade dos lesados dos incêndios ainda estão à espera dos apoios prometidos em 2025. O jornal lembra que o mecanismo de ajudas “sem documentos” foi a resposta do Governo aos incêndios do ano passado e diz que, seis meses depois, 63% das candidaturas — quase seis mil — continuam por paga.

No Diário de Notícias destaca-se o relatório Índice de Perceção da Corrupção, da Transparência Internacional, que alerta para agravamento deste fenómeno a nível global e que conclui que a perceção de corrupção em Portugal voltou a agravar-se em 2025.

Revista de imprensa. Lesados dos incêndios ainda aguardam apoios e as chamadas indevidas para o 112
Leia aqui o DN desta terça-feira, 10 de fevereiro

O Negócios diz que a TAP ataca concorrência nas rotas do Brasil com a 100.ª aeronave e que o Fisco quis cobrar IRC à Católica, mas Supremo travou.

O Eco traz uma entrevista ao ministro da Agricultura, que diz que não está satisfeito com a arquitetura do próximo quadro comunitário, embora reconheça que já houve melhorias porque Portugal perdia "cerca de 3.400 milhões".

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