Revista de Imprensa. Fragatas, SNS, politécnicos e PRR em destaque
O Correio da Manhã faz manchete com a compra das novas fragatas, acusando o Governo de esconder o custo total do negócio. Segundo o jornal, os ministérios da Defesa e das Finanças não revelam quanto será pago em juros. Na capa, há ainda destaque para o Nepal, onde o risco de novas cheias volta a causar preocupação, e para João Palhinha, convocado e com possibilidade de se estrear.
No Jornal de Notícias, a manchete é para os 38 milhões de euros que o Estado deve aos institutos politécnicos. O descongelamento das carreiras aumentou os encargos, mas os orçamentos não foram reforçados, levando os institutos a alertarem para riscos à sua sustentabilidade financeira. O JN noticia ainda que a PSP deteve mais de 700 estrangeiros no primeiro ano em que assumiu o controlo das fronteiras. Na fotografia, destaque para o tradicional cortejo dos trajes de papel de São Bartolomeu, que voltou a juntar milhares de pessoas no Porto.
O Público abre com o SNS: há cerca de três mil novos enfermeiros, mas vários hospitais continuam sem conseguir contratar. Em causa estão atrasos na aprovação dos planos de desenvolvimento organizacional para 2026, necessários para celebrar contratos efetivos. O bastonário dos Enfermeiros acusa o SNS de não estar a autorizar os pedidos. Na política, Luís Montenegro passa pela Universidade de Verão do PSD sem abrir o jogo sobre o Orçamento do Estado, deixando as “ oposições a falar sozinhas”. Destaque fotográfico para Fernando Pimenta, que aos 37 anos chega aos 14 títulos mundiais e afirma: “Estou de volta”.
O Jornal Económico destaca a perspetiva de uma subida do preço do pão, num contexto de aumento dos custos das matérias-primas. Destaque ainda para as declarações de Castro Almeida. O ministro avisa que, no futuro, “vai haver menos dinheiro de fundos europeus”.
Por fim, o Jornal de Negócios escreve que, apesar do contexto de guerra e instabilidade internacional, o setor da energia está a levar os lucros das empresas cotadas para novos recordes. O jornal faz ainda o balanço do PRR, que chega à reta final com menos obras do que inicialmente previsto e com um peso maior dos apoios dirigidos às empresas.
