Retomadas buscas para encontrar menino desaparecido na praia de São Torpes

As autoridades retomaram às 06:00 de hoje as buscas para encontrar o menino que desapareceu no domingo na praia de São Torpes, no concelho alentejano de Sines, disse à agência Lusa fonte da Polícia Marítima.

A mesma fonte adiantou que estão envolvidos nas buscas cerca de 10 homens, duas lanchas e duas viaturas.

Ao início da manhã também deve participar nas operações de busca um helicóptero.

O menino, que terá entre 10 e 12 anos, estava na água, na praia, com o pai, que, entretanto, terá saído do mar e, passados alguns minutos, deixou de ver o filho.

O alerta para o desaparecimento do menino foi dado cerca das 16:30 de domingo e de imediato foi deslocada para a zona uma embarcação da Polícia Marítima, que já estava na água.

Durante o dia participaram nas operações de busca uma embarcação semirrígida salva-vidas e duas motos de água de salvamento marítimo da Estação Salva-vidas de Sines e um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, além de viaturas da Polícia Marítima, da Capitania de Sines e da Unidade de Controlo Costeiro da GNR.

As buscas no domingo decorreram entre Sines e Porto Covo.

Trinta e seis pessoas morreram afogadas entre 01 de janeiro e 01 de maio deste ano, metade das quais no mar, segundo os dados divulgados pelo Observatório do Afogamento, da Federação Portuguesa de Nadadores-Salvadores.

O documento sublinha que nenhum dos locais onde as 36 pessoas morreram - 28 homens e oito mulheres - tinha vigilância.

A Polícia Marítima e militares da Marinha reforçaram no início do mês a presença nas praias, alertando para os riscos das condições do mar.

Exclusivos

Premium

Vida e Futuro

Formar médicos no privado? Nem a Católica passa no exame

Abertura de um novo curso de Medicina numa instituição superior privada volta a ser chumbada, mantendo o ensino restrito a sete universidades públicas que neste ano abriram 1441 vagas. O país está a formar médicos suficientes ou o número tem de aumentar? Ordem diz que não há falta de médicos, governo sustenta que "há necessidade de formação de um maior número" de profissionais.