Relógio do 'Juízo Final' mantém humanidade à beira da destruição

Comité do Boletim de Cientistas Atómicos manteve os três minutos para a meia-noite, mas deixa o alerta que é necessário mudar a forma de pensar

Não houve atualização. O relógio do 'Juízo Final' continua a três minutos para a meia-noite, a hora considerada como o momento da destruição da humanidade. Porém, a manutenção da hora não é uma boa notícia, pois para o físico Lawrence Krauss "se não mudarmos a nossa forma de pensar, a humanidade continua em sério risco".

O anúncio do comité do Boletim de Cientistas Atómicos, que conta com 17 Prémios Nobel, ocorreu esta terça-feira em Washington e entre as questões mais preocupantes estão o aumento das tensões entre os Estados Unidos e a Rússia e as ações da Coreia do Norte, que terá inclusivamente realizado um teste nuclear.

Mas nem tudo foi mau em 2015. O comité salientou que foram dados passos positivos, segundo o Mashable. O acordo com o Irão e as decisões tomadas cimeira do ambiente de Paris foram referidos, mas os cientistas frisam que é necessário garantir que os países realizem de facto o que se comprometeram.

O Boletim de Cientistas Atómicos foi criado em 1945 por cientistas da Universidade de Chicago que ajudar a desenvolver as primeiras armas nucleares. Dois anos depois foi criado o relógio do 'Juízo Final'. Há um ano avançou dos cinco para os três minutos para a meia-noite.

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