4209 novos casos, 24 mortes e mais 82 internados

Relatório da DGS indica que há agora 1478 doentes internados, dos quais 102 em UCI. Incidência continua em curva descendente.

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde (DGS) indicou que Portugal registou, em 24 horas, 4209 novos casos de covid-19.

As regiões com maior número de infeções são Lisboa e Vale do Tejo (1211) e Norte (1004), seguido por Centro (716), Madeira (406), Algarve (402), Açores (253) e Alentejo (217).

O relatório desta segunda-feira (28 de fevereiro) refere que morreram mais 24 pessoas devido à infeção por SARS-CoV-2, a maioria das quais registadas no Norte (12), seguido por Lisboa e Vale do Tejo (6), Centro (3), Alentejo (1), Algarve (1) e Madeira (1).

No que se refere à situação nos hospitais, os dados mostram que há agora 1478 internados (mais 82 que no domingo), dos quais 102 em unidades de cuidados intensivos.

Há, contudo, mais 762 pessoas que recuperaram da covid-19.

Em dia de atualização dos valores da matriz de risco, mantém-se a curva decrescente nos valores da incidência, sendo agora de 1806,8 casos por 100 mil habitantes a nível nacional (era de 2222,5 na sexta-feira), enquanto no continente é de 1728,0 (era de 2157,4).

Ao contrário, o índice de transmissibilidade R(t) registou uma ligeira subida sendo agora de 0,75a nível nacional (era de 0,73 na sexta-feira) e de 0,73 no continente (0,71).

Ao dia de hoje, Portugal soma 456 181 casos ativos da doença, segundo o boletim da DGS.

Dois anos de covid-19. Medidas custam quase 5,2 mil M€ à Segurança Social

Esta atualização surge no dia em que se soube que as medidas adotadas nos dois anos de pandemia para apoio ao emprego, rendimento das famílias e trabalhadores abrangeram até agora 3,5 milhões de pessoas e 180 mil empresas e custaram 5.165 milhões de euros à Segurança Social.

Este é o balanço feito pelo Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social que, numa nota à Lusa, sublinha a importância de medidas como o 'lay-off' simplificado ou o apoio à retoma para travar "uma subida descontrolada do desemprego, revelando-se fundamentais para acelerarem a estabilização da atividade e o regresso à normalidade".

A estes apoios da Segurança Social, financiados por transferências do Orçamento do Estado, há ainda a somar medidas como o programa Apoiar, direcionadas para as empresas, ou as moratórias bancárias, bem como a suspensão do pagamento de impostos e da Taxa Social Única (TSU).

Mais Notícias

Outros Conteúdos GMG