PJ descarta rapto no caso da criança desparecida

O desaparecimento de Martim, durante 25 horas, terá sido acidental

A Polícia Judiciária descarta a existência de ato criminoso no caso da criança de dois anos que esteve desaparecida durante 25 horas no início desta semana, de acordo com o Expresso. Fontes ligadas à investigação afirmaram ao semanário que Martim "apenas saiu do seu raio de ação e perdeu-se".

A PJ, que depois de localizar o menino avançou que iria prosseguir a investigação para determinar a causa do desaparecimento - se teria sido acidental ou um ato criminoso - diz ao jornal que a hipótese de rapto está "praticamente afastada" e que Martim aguentou bem a noite e as condições climatéricas por estar "habituado a andar no campo".

A criança foi encontrada sozinha, cerca das 10:00 de terça-feira, 25 horas depois de ter desaparecido. "Estava aparentemente em condições físicas razoáveis, boas, sem sinais de padecer de alguma lesão ou algo que implicasse acréscimo de preocupação", disse nesse dia António Sintra, coordenador de Investigação Criminal da PJ de Leiria. Estava nas "condições naturais para alguém que esteve exposto durante algumas horas a condições climatéricas" destas, com chuva e frio.

A hipótese de rapto havia sido sugerida por amigos da mãe do menino, que suspeitavam inclusivamente do pai, que ficara sem a guarda de Martim na sexta-feira anterior. Na sequência do caso, Marco Teixeira decidiu processar a ex-companheira por negligência e pedir alteração da guarda de Martim.

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