Pilotos dizem-se impedidos de reunir nas instalações da TAP

De acordo com um comunicado enviado às redações, o SPAC disse que a TAP se justificou com o "risco de não serem assegurados serviços essenciais e urgentes pelos Pilotos, se a reunião tivesse lugar".

O Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) diz que lhe foi recusada pela TAP o exercício do direito de reunião com os Trabalhadores nas instalações da Empresa.

De acordo com um comunicado enviado às redações, o SPAC disse que a TAP se justificou com o "risco de não serem assegurados serviços essenciais e urgentes pelos Pilotos, se a reunião tivesse lugar".

"O SPAC cumpriu todos os preceitos legais e necessários para a realização da reunião de trabalhadores nas instalações da TAP, negando com veemência os números avançados pela Transportadora, relativamente a eventuais prejuízos resultantes da pausa na operação", indica a nota.

"Hoje, dia 22 de junho de 2022, a administração da TAP entrou para a história de Portugal como a primeira que desrespeita e proíbe o exercício legítimo dos direitos laborais aos seus Pilotos. Com esta decisão, uma Empresa que tem por lema 'Pessoas e Cultura', demonstra que primeiro está 'esta Cultura', e só depois estão as Pessoas", acusa o sindicato, que acusa a transportadora aérea de "negar os direitos mais básicos dos seus Trabalhadores, seguindo uma linha de atropelos às condições de trabalho e ao exercício de direitos garantidos por Lei".

Para esta quinta-feira está agendada uma reunião entre o SPAC e o Ministro das Infraestruturas e da Habitação, Pedro Nuno Santos.

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