O drama da família Egas Sequeira, vítima da explosão de Lamego

Seis das oito vítimas (cinco mortos e três desaparecidos) de acidente em fábrica de pirotecnia, em Avões, são da mesma família. Mulher e uma das filhas do proprietário tinham saído do paiol minutos antes.

A tragédia de Lamego abalou a família Egas Sequeira, proprietário da fábrica de pirotecnia que explodiu, em Avões, na terça-feira, e matou cinco pessoas. Há ainda três pessoas desaparecidas.

Egas Sequeira era dono da fábrica há cerca de uma década e fornecedor de fogo-de-artifício para diversas festas da região Norte. Natural de Marco de Canaveses mudou-se para a região de Lamego para trabalhar. Ele e uma das filhas (Susana) são duas das vítimas mortais da explosão. Já o marido de Susana, Joaquim Pereira, genro de Egas, figura entre os desaparecidos, segundo avançam hoje o Jornal de Notícias e o Correio da Manhã.

O outro genro, Samuel, marido da outra filha (Vera), também terá perdido a vida na explosão. Vera Sequeira e a mãe (mulher de Egas) saíram da fábrica momentos antes de se dar a tragédia.

Depois, há ainda a sobrinha de Egas, Ana Sofia Baptista, que também trabalhava na fábrica, dada como desaparecida.

Entre as vítimas mortais encontra-se um empregado da fábrica, Vítor Costa. O outro funcionário (David Miguel) também não possuía laços familiares com as restantes vítimas.

A explosão ocorreu cerca das 17.50 de terça-feira, e deixou destruída uma fábrica de pirotecnia em Avões, uma aldeia a cerca de três quilómetros de Lamego, matando cinco pessoas. Há ainda três outras desaparecidas.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, solidarizou-se com as famílias das vítimas e estará no local, previsivelmente esta manhã.

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