Região de Lisboa e Vale do Tejo é das que reúme mais utentes sem médico de família. ANTÓNIO PEDRO SANTOS
Sociedade
Médicos de família aceitam que “convenções” com setores privado e social sejam “solução para alguns doentes”
Ministra da Saúde anunciou, terça-feira no Parlamento, medidas que visam dar médico de família a mais utentes e mais vigilância às grávidas. Associação de Medicina Geral diz que a primeira pode ser “o passo intermédio” que falta, mas que a segunda terá de ser esclarecida, “grávidas não podem ficar só ao cuidado do médico ou do enfermeiro”. Bastonário desta classe alerta que medida já existe na lei, mas não é cumprida.
