Multibancos equipados para travar assaltos com explosivos

O recurso a técnicas violentas voltou a aumentar este ano

As explosões com recurso a gás de caixas multibanco regressaram em força ao país, com vários casos registados, levando as instituições bancárias a equiparem a máquinas multibanco com mecanismos que ajudam a impedir este tipo de assaltos. Segundo conta hoje o Jornal de Notícias, o número de ataques este ano já ultrapassa os 140.

Alarmes de deteção de gás e explosivos, fixação das máquinas ao solo e tintagem de notas são algumas das técnicas utilizadas pelas agências, sobretudo nos novos terminais. A SIBS (Sociedade Interbancária de Serviços) admitiu ao JN que os bancos têm investido em mecanismos adicionais de prevenção e segurança dos equipamentos para minimizar o impacto na sociedade em geral.

O organismo realçou ao mesmo jornal que no primeiro semestre deste ano, a taxa de sucesso dos assaltantes foi de apenas 33,7% nos 86 casos registados.

A Associação Internacional dos ATM (ATMIA) tem um manual que recomenda alguns mecanismos como sensores, estruturas blindadas e dispositivos de emissão de vapor e fumo.

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Contramão na autoestrada

Concessionárias querem mais formação para condutores idosos

Os episódios de condução em sentido contrário nas autoestradas são uma realidade recorrente e preocupante. A maioria envolve pessoas idosas. O tema é sensível. Soluções mais radicais, como uma idade para deixar de conduzir, avaliação médica em centros específicos, não são consensuais. As concessionárias das autoestradas defendem "mais formação" para os condutores acima dos 70 anos.