Movimento quer proibir a caça à raposa

Petição tem quase 10 mil assinaturas

A petição que defende a abolição da caça à raposa conta já com 9.800 assinaturas, segundo o movimento de cidadãos que defende o fim desta prática e que vai entregar o documento na quinta-feira na Assembleia da República.

Este movimento teve início em janeiro com cinco membros que se conheceram através da internet e partilhavam as mesmas preocupações ambientais e indignação pelas batidas organizadas para a caça da raposa por todos o país.

O movimento pela abolição defende a falta de existência de bases científicas que suportem e demonstrem um eventual excesso populacional desta espécie, não existindo estudos gerais com censos de raposas em Portugal, e afirmam ser uma "prática cruel e bárbara", contrária aos esforços de educação ambiental atuais.

Segundo o movimento, esta prática contou com a morte de mais de 142 mil raposas entre 2005 a 2015 e espera ver a petição levada a plenário na Assembleia da República.

Exclusivos

Premium

Alentejo

Clínicos gerais mantêm a urgência de pediatria aberta. "É como ir ao mecânico ali à igreja"

No hospital de Santiago do Cacém só há um pediatra no quadro e em idade de reforma. As urgências são asseguradas por este, um tarefeiro, clínicos gerais e médicos sem especialidade. Quando não estão, os doentes têm de fazer cem quilómetros para se dirigirem a outra unidade de saúde. O Alentejo é a região do país com menos pediatras, 38, segundo dados do ministério da Saúde, que desde o início do ano já gastou mais de 800 mil euros em tarefeiros para a pediatria.