Raríssimas ganha prémio Manuel António da Mota

Associação venceu o prémio, no valor de 50 mil euros, com o projeto "Espaço de Capacitação Rara"

A Raríssimas - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras foi a vencedora do Prémio Manuel António da Mota, no valor de 50 mil euros. A cerimónia de entrega da distinção decorreu esta tarde, no Palácio da Bolsa do Porto, e contou com a presença do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva.

A associação, criada em 2002, candidatou-se com o projeto "Espaço de Capacitação Rara", um projeto que envolve "um programa de coaching e mentoring, apoio à capacitação e empregabilidade e um conjunto de ações de sensibilização e informação" sobre as doenças raras.

Ao DN, Paula Brito da Costa, presidente da Raríssimas, disse que "as associações não trabalham para prémios, vão fazendo o seu caminho, um caminho de meias vitórias". Esta foi dedicada "às mães e aos filhos". Uma surpresa para a associação, mas um prémio "mais do que merecido" para os pais.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou o trabalho da associação que "que despertou logo quase ao nascer a atenção da rainha da Espanha". "Raríssimos somos todos (...), mas há uns mais raros, porque para eles não foram encontradas respostas", destacou o presidente da República.

O segundo prémio, no valor de 25 mil euros, foi atribuído à SAOM - Serviços de Assistência Organizações de Maria e o terceiro, no valor de 10 mil, foi entregue à Associação Inspirar o Futuro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.