Raríssimas ganha prémio Manuel António da Mota

Associação venceu o prémio, no valor de 50 mil euros, com o projeto "Espaço de Capacitação Rara"

A Raríssimas - Associação Nacional de Deficiências Mentais e Raras foi a vencedora do Prémio Manuel António da Mota, no valor de 50 mil euros. A cerimónia de entrega da distinção decorreu esta tarde, no Palácio da Bolsa do Porto, e contou com a presença do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e do ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Vieira da Silva.

A associação, criada em 2002, candidatou-se com o projeto "Espaço de Capacitação Rara", um projeto que envolve "um programa de coaching e mentoring, apoio à capacitação e empregabilidade e um conjunto de ações de sensibilização e informação" sobre as doenças raras.

Ao DN, Paula Brito da Costa, presidente da Raríssimas, disse que "as associações não trabalham para prémios, vão fazendo o seu caminho, um caminho de meias vitórias". Esta foi dedicada "às mães e aos filhos". Uma surpresa para a associação, mas um prémio "mais do que merecido" para os pais.

Marcelo Rebelo de Sousa destacou o trabalho da associação que "que despertou logo quase ao nascer a atenção da rainha da Espanha". "Raríssimos somos todos (...), mas há uns mais raros, porque para eles não foram encontradas respostas", destacou o presidente da República.

O segundo prémio, no valor de 25 mil euros, foi atribuído à SAOM - Serviços de Assistência Organizações de Maria e o terceiro, no valor de 10 mil, foi entregue à Associação Inspirar o Futuro.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.