Portugal tem quatro entre as 95 melhores escolas de gestão do mundo

European Business Schools Rankings de 2017 do Financial Times regista entrada do ISCTE. London Business School é a líder.

Esta é a primeira vez que Portugal tem quatro presenças no ranking das melhores escolas de gestão do mundo feito anualmente pelo jornal Financial Times e que avaliou este ano 95 instituições.

A Nova School of Business & Economics (Nova SBE) e a Católica Lisbon of Business & Economics (Católica-Lisbon) são as portuguesas mais bem classificadas, surgindo em 25.º e 26.º lugares, respetivamente, entre as 95 escolas do ranking. No ano passado, estavam ambas em 23.º.

Para o professor Daniel Traça, dean da Nova SBE, "este resultado reforça, mais uma vez, a estratégia de inovação, internacionalização e impacto da escola. Temos adaptado constantemente os nossos programas, dando resposta à procura de talento e ajustando-os às necessidades, em constante evolução das diferentes gerações, das organizações e da sociedade. Estamos consciente que há ainda caminho para percorrer, mas otimistas que com o apoio da comunidade - alunos, antigos alunos, parceiros corporativos, sociedade, faculty e staff - conseguiremos alcançar os objetivos".

Já a Porto Business School subiu três lugares na tabela, ocupando este ano a 59.ª posição.

Mas a grande novidade é a estreia da ISCTE Business School, que entrou diretamente para o 80.º posto do ranking do FT.

"Esta classificação culmina um ano de sucesso ao nível dos rankings internacionais e vem reconhecer o trabalho desenvolvido pela escola desde a sua fundação", referiu José Paulo Esperança, dean da ISCTE Business School. "A entrada no ranking das melhores escolas de gestão é extremamente valiosa porque vem dar à ISCTE Business School uma visibilidade ainda maior nos mercados internacionais", acrescentou.

O European Business Schools Rankings de 2017 é liderado pela London School of Economics, seguida pela Paris HEC e pela IE Business School (Espanha).

Ler mais

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.