Confessa o administrador-executivo da Fundação Calouste Gulbenkian que a música que não resiste a dançar é o a valsa 'Danúbio Azul'.
Confessa o administrador-executivo da Fundação Calouste Gulbenkian que a música que não resiste a dançar é o a valsa 'Danúbio Azul'.D.R. / Helena Serra_CNC

Guilherme d’Oliveira Martins: “Qual é o meu talento oculto? Não me levar demasiado a sério”

Pedimos ao ChatGPT: “Faz-nos um questionário de Proust para podermos publicar no nosso jornal”. Só que o que ele nos apresentou era muito semelhante ao original, de Proust. Então dissemos: “Dá-nos um mais divertido.” O resultado foi este.
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Se pudesse ter um qualquer superpoder, qual escolheria e porquê?
A transmissão de pensamentos, em nome da compreensão e do conhecimento.

Qual é o seu filme ou série de TV favorito para assistir numa maratona?
A Pantera Cor de Rosa.

Qual é a comida mais estranha que já experimentou?
Insetos fritos, nos confins da Ásia.

Se pudesse viajar para qualquer lugar no tempo, para onde e quando iria?
Visitar Atenas no século de Péricles, na primavera.

Se fosse uma personagem de desenho animado, quem seria?Popeye.

Popeye, o marinheiro que ganhava força sobre-humana de cada vez que comia espinafres.

Qual foi a dança mais embaraçosa que já fez?
A dança das cadeiras.

Se pudesse trocar de vida com qualquer pessoa por um dia, quem escolheria?
Marco Aurélio, o pensador.

Qual é a música que sempre o faz dançar, não importa onde esteja?
Danúbio Azul.

Se tivesse de viver num filme, qual escolheria e porquê?
Janela Indiscreta.

Qual foi o presente mais estranho ou engraçado que já recebeu?
Um papagaio.

Um papagaio, o mais estranho presente que Guilherme d'Oliveira Martins já recebeu.

Se fosse um animal, qual seria e porquê?
Uma águia - ótimo símbolo.

Qual é a sobremesa favorita, que nunca recusaria?
Mousse de chocolate.

Se pudesse criar um feriado, qual seria e como seria comemorado?
Dia de São Nunca à Tarde, para que todos os dias fossem bem vividos.

Qual é o seu hobby mais estranho ou incomum?
Ler insaciavelmente.

Se pudesse ter qualquer celebridade como seu melhor amigo, quem escolheria?
O capitão Haddock.

Cá está a Mousse de Chocolate, a sobremesa a que poucos resistem, e Guilherme d'Oliveira Martins não é exceção.

Qual é a piada mais engraçada que conhece?
A do serviço em que os funcionários de manhã não vêm e à tarde não trabalham.

Se pudesse falar com qualquer animal, qual seria e o que perguntaria?
Com uma girafa, para perguntar: "Aí em cima o que se vê?"

Qual é o seu talento oculto que poucas pessoas conhecem?
Não me levar demasiado a sério.

Se fosse uma cor, qual seria e porquê?
O ouro sobre azul, como símbolo da beleza.

Qual é a palavra que mais gosta de dizer e porquê?
Obrigado. E em crioulo: morabeza.

Se pudesse inventar qualquer coisa, o que seria?
O Cronoscafo, ou máquina do tempo, como a de Mortimer.

Qual é a coisa mais ridícula que já comprou?
Uma máscara de Carnaval.

O administrador da Fundação Gulbenkian em tempos comprou uma máscara de Carnaval - não necessariamente como as clássicas de Veneza, no entanto -, a compra mais ridícula que considera ter feito.

Se tivesse de comer apenas uma comida para o resto da vida, qual seria?
Arroz cozinhado de todas as maneiras.

Qual é a sua memória de infância mais engraçada?
As Aventuras de Tom & Jerry.

Se fosse um meme, qual seria?
“Conta quantos contos contaste quando contavas contos.”

Arroz, a comida que Guilherme d'Oliveira Martins não se importaria de comer para sempre, cozinhado de toda a maneira e feitio.

Qual seria o título da sua autobiografia?
Nunca Morrer de Véspera.

Se pudesse ser uma personagem de videojogo, quem seria?
Super Mário.

Qual é o seu trocadilho ou piada favoritos?
“Por enquanto, tudo bem” - “So far, so good.”

Se pudesse ser invisível por um dia, o que faria?
Ajudar quem precisa.

Qual foi a coisa mais inesperada que aprendeu recentemente?
A extraordinária longevidade das formigas-mestras.

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