"Devem separar-se as águas" entre extensão da vida dos aviões e avarias

Autoridade Nacional de Aviação Civil explicou que o prolongamento da vida útil do avião que se viu obrigado a voltar para trás não está relacionado com a avaria desta terça-feira

O presidente da Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC) afirmou que se "devem separar as águas" sobre extensões da vida útil dos aviões e avarias em peças, a propósito de um incidente hoje com um aparelho da TAP.

"Temos que separar as águas. Uma questão é a certificação de que o avião pode ter as suas horas de operações estendidas, que é dada pelo fabricante, e a única coisa que nós verificámos foi que todas as operações de manutenção a montante (...) foram efetivamente cumpridas pela TAP", começou por explicar Luís Silva Ribeiro, à agência Lusa.

O presidente da ANAC acrescentou que "outra coisa é uma avaria de um motor" e que os "motores são peças completamente autónomas" e sujeitas a "contratos de gestão completamente autónomos".

O avião da TAP com destino a São Paulo, no Brasil, que hoje teve que regressar ao aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, é um dos de quatro aviões A340-300 que em julho receberam autorização para prolongar a vida útil.

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