31 mortes nas praias portuguesas entre 1 de maio e 31 de outubro

31 mortes nas praias portuguesas entre 1 de maio e 31 de outubro

O afogamento foi a principal causa de acidentes mortais, com 17 ocorrências. Segue-se doença súbita, causa de 12 mortes.
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A Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou 30 vítimas mortais nas praias portuguesas entre 1 de maio e 31 de outubro.

O afogamento foi a principal causa de acidentes mortais, com 17 ocorrências (quatro em praias marítimas vigiadas, oito em praias marítimas não vigiadas, dois em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente e três em zonas marítimas não vigiadas).

Segue-se doença súbita, causa de 12 acidentes mortais (seis em praias marítimas vigiadas, três em outras zonas marítimas não vigiadas e três em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente).

Houve ainda dois acidentes mortais com causas desconhecidas, um em praia marítima vigiada e outro em praia marítima fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente.

Ocorreram tantos acidentes mortais em praias marítimas vigiadas como em não vigiadas (11), tendo ainda ocorrido seis em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) e três em outras zonas marítimas não vigiadas.

Os óbitos foram registados na Praia do Peneco e de São Rafael, em Albufeira; do Ourigo (dois) e de Bitetos, no Douro; da Califórnia, em Sesimbra; das Pedrinhas, em Esposende; da Conceição, em Cascais; da Figueirinha e Lagoa de Albufeira Interior (duas), em Setúbal; do Tarquínio, na Praia Nova e do Dragão Vermelho, na Costa da Caparica; do Pintadinho, em Lagoa; da Bordeira, em Aljezur; Azenhas do Guadiana (duas), em Mértola; Ilha Morraceira de Lanhelas, em Caminha; Praia do Cabeço, em Vila Real de Santo António; de Porto Dinheiro e do Molhe Leste, em Peniche; de São Torpes Sul, em Sines; da Ursa, em Sintra; da Costa Nova, em Ílhavo; Prainha, em Portimão; Piscina do Carapacho, na ilha Graciosa; e ainda três afogamentos em zonas marítimas não vigiadas no rio Douro, dois numa área portuária, um no Areinho de Azenha do Campo e um na Piscina Doca do Cavacas, na ilha da Madeira.

A Autoridade Marítima Nacional registou ainda 1479 salvamentos e 2782 ações de primeiros-socorros, indica uma nota publicada no site oficial da AMN.