Trinta mortes nas praias portuguesas entre 1 de maio e 30 de setembro
Amin Chaar / Global Imagens

Trinta mortes nas praias portuguesas entre 1 de maio e 30 de setembro

O afogamento foi a principal causa de acidentes mortais, com 17 ocorrências. Segue-se doença súbita, causa de 12 mortes.
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A Autoridade Marítima Nacional registou nos cinco meses da época balnear deste ano, entre 1 de maio a 30 de setembro, 30 vítimas mortais nas praias portuguesas, indica numa nota publicada no seu site.

O afogamento foi a principal causa de acidentes mortais, com 17 ocorrências (quatro em praias marítimas vigiadas, oito em praias marítimas não vigiadas, dois em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente e três em zonas marítimas não vigiadas).

Segue-se doença súbita, causa de 12 acidentes mortais (seis em praias marítimas vigiadas, três em outras zonas marítimas não vigiadas e três em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente).

Houve ainda um acidente mortal com causa desconhecida, numa praia marítima vigiada.

Ocorreram tantos acidentes mortais em praias marítimas vigiadas como em não vigiadas (11), tendo ainda ocorrido cinco em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) e três em outras zonas marítimas não vigiadas.

Os óbitos foram registados na Praia do Peneco e de São Rafael, em Albufeira; do Ourigo (dois) e de Bitetos, no Douro; da Califórnia, em Sesimbra; das Pedrinhas, em Esposende; da Conceição, em Cascais; da Figueirinha e Lagoa de Albufeira Interior (duas), em Setúbal; do Tarquínio, na Praia Nova e do Dragão Vermelho, na Costa da Caparica; do Pintadinho, em Lagoa; da Bordeira, em Aljezur; Azenhas do Guadiana (duas), em Mértola; Ilha Morraceira de Lanhelas, em Caminha; Praia do Cabeço, em Vila Real de Santo António; de Porto Dinheiro e do Molhe Leste, em Peniche; de São Torpes Sul, em Sines; da Ursa, em Sintra; da Costa Nova, em Ílhavo; Prainha, em Portimão; Piscina do Carapacho, na ilha Graciosa; e ainda três afogamentos em zonas marítimas não vigiadas no rio Douro, dois numa área portuária e um no Areinho de Azenha do Campo.

A Autoridade Marítima Nacional registou ainda 1418 salvamentos e 2 609 ações de primeiros-socorros.

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