"No PS não há medo." Dirigentes socialistas de Lisboa respondem a críticos

Marcos Perestrello e Duarte Cordeiro fizeram as despesas de abertura do Congresso socialista. Com palavras para os críticos

Marcos Perestrello, presidente da federação de Lisboa do PS, abriu os trabalhos e começaram logo as respostas aos críticos internos. "No PS não há medo. E é até insultuoso que alguém o pense ou diga", atirou - respondendo assim a uma entrevista de há dias de António Galamba (antigo braço direito de António José Seguro) ao jornal i.

Logo depois, o coordenador da concelhia de Lisboa, Duarte Cordeiro - que nomeou pela primeira vez os parceiros parlamentares do partido, BE, PCP e PEV - defendeu ter "a certeza que [os acordos à esquerda] receberão um apoio esmagador deste congresso", sublinhando que os socialistas vão "demonstrar que não há limitações para acordos".

O Congresso arrancou 40 minutos para lá da hora prevista, com a canção dos Who, Baba O"Reily, que é a abertura da série CSI Nova Iorque, a chamar os congressistas para tomarem os seus lugares - e eram ainda enormes as clareiras na sala do Congresso.

Carlos César foi reeleito presidente socialista com 914 votos dos 926 delegados votantes. Estão inscritos cerca de 1700 delegados.

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