Não há acordo entre Ministério da Educação e principais sindicatos

Secretária de Estado Alexandra Leitão assumiu 3019 a 3200 entradas nos quadros no imediato mas não conseguiu entender-se com os as duas principais organizações sindicais - Fenprof e FNE

A última reunião negocial entre o Ministério da Educação e os sindicatos de professores terminou há alguns minutos, "sem acordo", avançou ao DN Lucinda Manuela Dâmaso, dirigente da Federação Nacional de Educação (FNE). Também a Federação nacional dos Professores já terá confirmado que não assinará qualquer compromisso com a tutela, por se encontrar demasiado "distante" da posição do MInistério.

Dos pequenos sindicatos, apenas a "Pró-Ordem" terá decidido assinar, com vários outros a fazerem depender o seu acordo de alterações à proposta do Ministério.

Na proposta hoje apresentada aos sindicatos, o Ministério apontava para a vinculação extraordinária de 3200 professores, número correspondente aos docentes com mais de 12 anos de serviço que se encontram este ano com contratos anuais com horário completo. Admitiu ainda permitir, nos concursos nacionais deste ano, que outros 800 docentes de candidatasse a um lugar nos quadros.

Os sindicatos esperavam que o Ministério se comprometesse, pelo menos, a progressivamente integrar nos quadros todos os professores com três ou mais contratos anuais, completos e sucessivos.

[notícia em atualização]

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